Export 654 results:
Sort by: Author Title Type [ Year  (Desc)]
2009
Chaves, I., C. Pinheiro, JAP Paiva, S. Planchon, K. Sergeant, J. Renaut, JA Graca, G. Costa, AV Coelho, and CPP Ricardo. "Proteomic evaluation of wound-healing processes in potato (Solanum tuberosum L.) tuber tissue." PROTEOMICS. 9 (2009): 4154-4175. Abstract
n/a
2008
Inácio, Steve Projecto de uma caixa de velocidades eléctrica por meio da variação do número de pólos para motores em disco de rotor em alumínio e em materiais supercondutores de alta temperatura (SAT). Eds. Mário Neves, João Pina, and Stanimir Valtchev. FCT-UNL, 2008. Abstract
Nesta dissertação apresenta-se um motor em disco polifásico inovador bem como uma estratégia de controlo com base no método de variação de velocidade por comutação do número de pares de pólos. A configuração das bobinas aliada à escolha das correntes e tensões que se injectam nas bobinas dos estatores, permite comutar electronicamente o número de pólos do motor entre 2, 4 6 e 8 pólos, conseguindo-se controlar a característica binário?velocidade do motor. O motor em disco possui a bobinagem feita em cobre com dois semi-estatores, em que quando utiliza o rotor em alumínio (com condutividade diferente de zero) comporta-se como um motor de indução convencional. Quando se substitui o rotor em alumínio por um constituído por um supercondutor de alta temperatura (SAT), o dispositivo comporta-se como um motor de histerese. O princípio de funcionamento do motor em disco convencional é baseado na indução de força electromotrizes no rotor e, consequentemente, uma vez que o alumínio é bom condutor eléctrico, correntes eléctricas induzidas, originadas por haver um campo magnético variável que é criado pelos semi-estatores. O comportamento deste tipo de motores, no que diz respeito a principais características (como o binário?velocidade para os diferentes números de pares de pólos), circuito equivalente de Steinmetz, entre outras teorias associadas é já conhecido há bastante tempo. O princípio de funcionamento do motor SAT é diferente do apresentado anteriormente, funciona com base na dinâmica de vórtices e devido ao facto de aparecer o fenómeno de ancoragem de fluxo (flux pinning) nos supercondutores de alta temperatura. Como o campo magnético varia, então o disco roda. Este motor tem um princípio de funcionamento muito mais complexo que o motor de indução sendo a obtenção do modelo do motor SAT complicada. A obtenção do modelo do motor SAT não é abordado nesta dissertação. Os comportamentos e modos de operação do motor com disco de alumínio e em materiais SAT são simulados através de um programa comercial de elementos finitos, nesta dissertação, sendo a supercondutividade simulada com base na relação entre o campo eléctrico e a densidade de corrente pela lei da potenciação (E-J power law). Com as simulações pretende-se comparar o rendimento electromecânico de ambos os motores.
Inácio, Steve Projecto de uma caixa de velocidades eléctrica por meio da variação do número de pólos para motores em disco de rotor em alumínio e em materiais supercondutores de alta temperatura (SAT). Eds. Mário Neves, João Pina, and Stanimir Valtchev. FCT-UNL, 2008. Abstract

Nesta dissertação apresenta-se um motor em disco polifásico inovador bem como uma estratégia de controlo com base no método de variação de velocidade por comutação do número de pares de pólos. A configuração das bobinas aliada à escolha das correntes e tensões que se injectam nas bobinas dos estatores, permite comutar electronicamente o número de pólos do motor entre 2, 4 6 e 8 pólos, conseguindo-se controlar a característica binário?velocidade do motor. O motor em disco possui a bobinagem feita em cobre com dois semi-estatores, em que quando utiliza o rotor em alumínio (com condutividade diferente de zero) comporta-se como um motor de indução convencional. Quando se substitui o rotor em alumínio por um constituído por um supercondutor de alta temperatura (SAT), o dispositivo comporta-se como um motor de histerese. O princípio de funcionamento do motor em disco convencional é baseado na indução de força electromotrizes no rotor e, consequentemente, uma vez que o alumínio é bom condutor eléctrico, correntes eléctricas induzidas, originadas por haver um campo magnético variável que é criado pelos semi-estatores. O comportamento deste tipo de motores, no que diz respeito a principais características (como o binário?velocidade para os diferentes números de pares de pólos), circuito equivalente de Steinmetz, entre outras teorias associadas é já conhecido há bastante tempo. O princípio de funcionamento do motor SAT é diferente do apresentado anteriormente, funciona com base na dinâmica de vórtices e devido ao facto de aparecer o fenómeno de ancoragem de fluxo (flux pinning) nos supercondutores de alta temperatura. Como o campo magnético varia, então o disco roda. Este motor tem um princípio de funcionamento muito mais complexo que o motor de indução sendo a obtenção do modelo do motor SAT complicada. A obtenção do modelo do motor SAT não é abordado nesta dissertação. Os comportamentos e modos de operação do motor com disco de alumínio e em materiais SAT são simulados através de um programa comercial de elementos finitos, nesta dissertação, sendo a supercondutividade simulada com base na relação entre o campo eléctrico e a densidade de corrente pela lei da potenciação (E-J power law). Com as simulações pretende-se comparar o rendimento electromecânico de ambos os motores.

Lúcio, Válter J. G., Ângela Nunes, Rui F. Marques, and Fernando F. S. Pinho. "A palavra à Engenharia Civil... A relação Universidade-Indústria e o desenvolvimento tecnológico na Engenharia Civil." Boletim Informativo da Ordem dos Engenheiros, Nº 252 (2008).
Temtem, M., T. Casimiro, J. F. Mano, and A. Aguiar-Ricardo. "Preparation of membranes with polysulfone/polycaprolactone blends using a high pressure cell specially designed for a CO2-assisted phase inversion." Journal of Supercritical Fluids. 43.3 (2008): 542-548. AbstractWebsite
n/a
Costa, Ana F., and Isabel L. Nunes The Portuguese Aging Workforce and Ergonomics. 2nd International Conference on Applied Human Factors and Ergonomics. Las Vegas, EUA, 2008. Abstract
n/a
Paulino, Hervé, and Luís Lopes. "A programming language for service-oriented computing with mobile agents." Software: Practice and Experience. 38 (2008): 705-734. Abstract
n/a
Pinho, Fernando F. S. Paredes de Edifícios Antigos em Portugal. 2ª Edição (revista). ISBN 978-972-49-1864-8. Lisboa: Laboratório Nacional de Engenharia Civil, 2008.
Amado, M. P., A. J. Pinto, and A. C. Lopes A Participação da População no Processo de Planeamento Urbano em Áreas Fragilizadas. 5º CLEM. Maputo, Moçambique: INEGI, ISBN: 978-972-8826-19-2, 2008.
Barbosa, Fernanda, Francisco Costa, and Pedro Chambel Pesquisa aproximada em diferentes domínios de aplicação. Proceedings of the Conferência Ibero-Americana WWW/Internet (CIAWI). Lisbon, Portugal, 2008.
Ramos, Pinho A., and V. J. G. Lúcio. "Post-punching behaviour of prestressed concrete flat slabs." Magazine of Concrete Research. 60 (2008): 245-251. AbstractWebsite

The progressive collapse of structures generally results in the loss of human lives. Experience shows that flat slab structures are very sensitive to progressive collapse, which may cause serious accidents if special detailing is not provided. The post-punching behaviour of a column-supported slab is decisive in the progressive collapse development. This work presents the experimental research carried out to study the post-punching behaviour of prestressed concrete flat slabs. Six reduced-scale prestressed concrete flat slab models were tested. The tests were carried out in two different phases. In the first phase the models were loaded up to failure by punching. Afterwards, the models were loaded again to study the post-punching behaviour changes caused by the presence of unbonded, prestressed tendons and the influences of their distance to the column.

Gomes, Inês, Nuno C. Santos, Luís M. A. Oliveira, Alexandre Quintas, Peter Eaton, Eulália Pereira, and Ricardo Franco. "Probing Surface Properties of Cytochrome c at Au Bionanoconjugates." Journal of Physical Chemistry C. 112.- (2008): 16340-16347.gomes_et_al_j_phys_chem_c_112_2008_16340.pdf
Mateus, O., and R. Castanhinha. "PaleoAngola- Predadores de um oceano primitivo." National Geographic Portugal. 8 (2008): 26-33. Abstract
n/a
Mateus, O., and R. Castanhinha. "PaleoAngola- Predadores de um oceano primitivo." National Geographic Portugal. 8 (2008): 26-33. Abstract
n/a
{Vicente da Silva}, M., and A. Antão. "Parallel processing applied to an upper bound formulation for {3D} limit analysis computations." 8th. World Congress on Computational Mechanics (WCCM8), 5th European Congress on Computational Methods in Applied Sciences and Engineering (ECCOMAS 2008). Venice, Italy 2008. Abstract
n/a
Lazzizera, C., S. Frisullo, A. Alves, J. Lopes, and AJL Phillips. "Phylogeny and morphology of Diplodia species on olives in southern Italy and description of Diplodia olivarum sp nov." Fungal Diversity. 31 (2008): 63-71. Abstract
n/a
Pereira, P., S. Valtchev, J. Pina, A. Gonçalves, Ventim M. Neves, and A. L. Rodrigues. "Power electronics performance in cryogenic environment: evaluation for use in HTS power devices." Journal of Physics: Conference Series. 97 (2008): 012219. AbstractWebsite
Power electronics (PE) plays a major role in electrical devices and systems, namely in electromechanical drives, in motor and generator controllers, and in power grids, including high-voltage DC (HVDC) power transmission. PE is also used in devices for the protection against grid disturbances, like voltage sags or power breakdowns. To cope with these disturbances, back-up energy storage devices are used, like uninterruptible power supplies (UPS) and flywheels. Some of these devices may use superconductivity. Commercial PE semiconductor devices (power diodes, power MOSFETs, IGBTs, power Darlington transistors and others) are rarely (or never) experimented for cryogenic temperatures, even when designed for military applications. This means that its integration with HTS power devices is usually done in the hot environment, raising several implementation restrictions. These reasons led to the natural desire of characterising PE under extreme conditions, e. g. at liquid nitrogen temperatures, for use in HTS devices. Some researchers expect that cryogenic temperatures may increase power electronics' performance when compared with room-temperature operation, namely reducing conduction losses and switching time. Also the overall system efficiency may increase due to improved properties of semiconductor materials at low temperatures, reduced losses, and removal of dissipation elements. In this work, steady state operation of commercial PE semiconductors and devices were investigated at liquid nitrogen and room temperatures. Performances in cryogenic and room temperatures are compared. Results help to decide which environment is to be used for different power HTS applications.
Pereira, P., S. Valtchev, J. Pina, A. Gonçalves, Ventim M. Neves, and A. L. Rodrigues. "Power electronics performance in cryogenic environment: evaluation for use in HTS power devices." Journal of Physics: Conference Series. 97 (2008): 012219. AbstractWebsite

Power electronics (PE) plays a major role in electrical devices and systems, namely in electromechanical drives, in motor and generator controllers, and in power grids, including high-voltage DC (HVDC) power transmission. PE is also used in devices for the protection against grid disturbances, like voltage sags or power breakdowns. To cope with these disturbances, back-up energy storage devices are used, like uninterruptible power supplies (UPS) and flywheels. Some of these devices may use superconductivity. Commercial PE semiconductor devices (power diodes, power MOSFETs, IGBTs, power Darlington transistors and others) are rarely (or never) experimented for cryogenic temperatures, even when designed for military applications. This means that its integration with HTS power devices is usually done in the hot environment, raising several implementation restrictions. These reasons led to the natural desire of characterising PE under extreme conditions, e. g. at liquid nitrogen temperatures, for use in HTS devices. Some researchers expect that cryogenic temperatures may increase power electronics' performance when compared with room-temperature operation, namely reducing conduction losses and switching time. Also the overall system efficiency may increase due to improved properties of semiconductor materials at low temperatures, reduced losses, and removal of dissipation elements. In this work, steady state operation of commercial PE semiconductors and devices were investigated at liquid nitrogen and room temperatures. Performances in cryogenic and room temperatures are compared. Results help to decide which environment is to be used for different power HTS applications.

Pereira, P., S. Valtchev, J. Pina, A. Gonçalves, Ventim M. Neves, and A. L. Rodrigues. "Power electronics performance in cryogenic environment: evaluation for use in HTS power devices." Journal of Physics: Conference Series. 97 (2008): 012219. AbstractWebsite

Power electronics (PE) plays a major role in electrical devices and systems, namely in electromechanical drives, in motor and generator controllers, and in power grids, including high-voltage DC (HVDC) power transmission. PE is also used in devices for the protection against grid disturbances, like voltage sags or power breakdowns. To cope with these disturbances, back-up energy storage devices are used, like uninterruptible power supplies (UPS) and flywheels. Some of these devices may use superconductivity. Commercial PE semiconductor devices (power diodes, power MOSFETs, IGBTs, power Darlington transistors and others) are rarely (or never) experimented for cryogenic temperatures, even when designed for military applications. This means that its integration with HTS power devices is usually done in the hot environment, raising several implementation restrictions. These reasons led to the natural desire of characterising PE under extreme conditions, e. g. at liquid nitrogen temperatures, for use in HTS devices. Some researchers expect that cryogenic temperatures may increase power electronics' performance when compared with room-temperature operation, namely reducing conduction losses and switching time. Also the overall system efficiency may increase due to improved properties of semiconductor materials at low temperatures, reduced losses, and removal of dissipation elements. In this work, steady state operation of commercial PE semiconductors and devices were investigated at liquid nitrogen and room temperatures. Performances in cryogenic and room temperatures are compared. Results help to decide which environment is to be used for different power HTS applications.

Pereira, P., S. Valtchev, J. Pina, A. Gon?alves, M. V. Neves, and A. L. Rodrigues. "Power electronics performance in cryogenic environment: Evaluation for use in HTS power devices." Journal of Physics: Conference Series. 97 (2008). Abstract
n/a
Martins, Assis F., Paulo I. Teixeira, and Helena M. Godinho. "Proceedings of the 9TH European Conference on Liquid Crystals (ECLC 2007) Part I of II Foreword." Molecular Crystals and Liquid Crystals. 494 (2008): VII-VIII. Abstract
n/a
Palma, Angelina S., Mamede De Carvalho, Nicolas Grammel, Susana Pinto, Nuno Barata, Harald S. Conradt, and Julia Costa. "Proteomic analysis of plasma from Portuguese patients with familial amyotrophic lateral sclerosis." Amyotrophic Lateral Sclerosis. 9 (2008): 339-349. Abstract
n/a
Fernandes, J. R., H. B. Goncalves, L. B. Oliveira, and M. M. Silva. "A pulse generator for UWB-IR based on a relaxation oscillator." Circuits and Systems II: Express Briefs, IEEE Transactions on. 55 (2008): 239-243. Abstract
n/a
2007
Pereira, Pedro, S. Valtchev, João Pina, Anabela Gonçalves, Mário Neves, and Amadeu Rodrigues. "Power Electronics Performance in Cryogenic Environment: Evaluation for Use in HTS Power Devices." 8th European Conference on Applied Superconductivity (EUCAS). 2007. Abstract
Power electronics (PE) plays a major role in electrical devices and systems, namely in electromechanical drives, in motor and generator controllers, and in power grids, including high-voltage DC (HVDC) power transmission. PE is also used in devices for the protection against grid disturbances, like voltage sags or power breakdowns. To cope with these disturbances, back-up energy storage devices are used, like uninterruptible power supplies (UPS) and flywheels. Some of these devices may use superconductivity. Commercial PE semiconductor devices (power diodes, power MOSFETs, IGBTs, power Darlington transistors and others) are rarely (or never) experimented for cryogenic temperatures, even when designed for military applications. This means that its integration with HTS power devices is usually done in the hot environment, raising several implementation restrictions. These reasons led to the natural desire of characterising PE under extreme conditions, e. g. at liquid nitrogen temperatures, for use in HTS devices. Some researchers expect that cryogenic temperatures may increase power electronics' performance when compared with room-temperature operation, namely reducing conduction losses and switching time. Also the overall system efficiency may increase due to improved properties of semiconductor materials at low temperatures, reduced losses, and removal of dissipation elements. In this work, steady state operation of commercial PE semiconductors and devices were investigated at liquid nitrogen and room temperatures. Performances in cryogenic and room temperatures are compared. Results help to decide which environment is to be used for different power HTS applications