<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>10</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">M. Botelho</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Rocha, H.</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A comunicação matemática na avaliação da resolução de problemas</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Atas do ProfMat 2015</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2015</style></year></dates><urls><related-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://docentes.fct.unl.pt/sites/default/files/hcr/files/2015_profmat_carmo.pdf</style></url></related-urls></urls><publisher><style face="normal" font="default" size="100%">APM</style></publisher><pub-location><style face="normal" font="default" size="100%">Évora, Portugal</style></pub-location><pages><style face="normal" font="default" size="100%">74-89</style></pages><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;A aprendizagem dos nossos alunos é fortemente influenciada pelas caraterísticas das tarefas que lhes propomos e a resolução de problemas é frequentemente apontada como uma das tarefas com mais potencial para promover aprendizagens ricas. Mas aprender implica ser capaz de desenvolver raciocínios, de comunicar as nossas ideias e de compreender as dos outros num processo argumentativo e reflexivo. A avaliação das aprendizagens num contexto de resolução de problemas envolve assim, necessariamente como parte importante do processo, uma análise da comunicação que se estabelece entre todos os envolvidos.&lt;br /&gt;
Nesta comunicação iremos focar-nos precisamente na comunicação que se estabelece durante a resolução de problemas, abordando as dificuldades dos alunos e dando atenção à interpretação que fazem do enunciado, à compreensão que manifestam das figuras apresentadas, à relação que conseguem estabelecer entre a situação em causa e a informação disponibilizada através de um gráfico, à forma como conseguem explicitar o seu raciocínio e à linguagem matemática que utilizam no decurso do processo de argumentação. Para tal vamos basear-nos num conjunto de problemas propostos a alunos do 10.º ano de escolaridade no decorrer do estudo de funções.&lt;/p&gt;
</style></abstract></record></records></xml>