<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>47</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Faria, Paulina</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Chastre, Carlos</style></author></authors><secondary-authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Paulo B. Lourenço</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Fernando Pinho</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Vasconcelos, Graça</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Válter Lúcio</style></author></secondary-authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Visão Integrada da Reabilitação</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Paredes 2015. Reabilitação e Inovação.</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2015</style></year><pub-dates><date><style  face="normal" font="default" size="100%">18 de Junho 2015</style></date></pub-dates></dates><urls><related-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://docentes.fct.unl.pt/sites/default/files/cmcr/files/paulina_faria_e_carlos_chastre_-_visao_integrada_da_reabilitacao.pdf</style></url></related-urls></urls><pub-location><style face="normal" font="default" size="100%">Lisboa</style></pub-location><pages><style face="normal" font="default" size="100%">1-20</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;A reabilitação de um edifício tem muitas vezes de ser analisada e efetuada tendo em conta os edifícios vizinhos e a envolvente. No caso particular da reabilitação de um edifício, à partida devem considerar-se, de forma integrada, todos os requisitos que não são cumpridos face aos padrões atuais. Com base nessa análise, e tendo em conta muitas vezes condicionantes vários, que vão desde estéticos, técnicos, culturais a económicos, e que dependem em larga medida das tipologias construtivas, a intervenção tem de ser cuidadosamente concebida, preparada e executada. Apresentam-se sinteticamente as tipologias construtivas mais correntes, o contexto legislativo português da construção e específico da reabilitação. Efetua-se uma análise à legislação vigente, detalhando com maior detalhe o Regime Especial da Reabilitação Urbana, que possibilita dispensas de cumprimentos regulamentares mas apenas relativos a aspetos construtivos. Por esse motivo apresenta-se também uma síntese de aspetos relativos à segurança estrutural na reabilitação de edifícios com tipologias correntes. Pretende-se, através desta síntese, contribuir para uma visão mais integrada da reabilitação.&lt;/p&gt;
</style></abstract><notes><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;n/a&lt;/p&gt;
</style></notes></record></records></xml>